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A psicologia no ocidental surgiu com os gregos que ao viverem em polys cidades começaram a estudar o comportamento da alma humana através da psicologia.

No século XIX e XX a psicologia passou a ter duas vertentes, na primeira,  se estuda o indivíduo em ambientes controlados, laboratórios, (quantitativas) e na segunda o estudo do homem como um todo em seu ambiente.

Dessas duas vertentes surgiu a divergência quanto aos métodos da coleta de dados haja visto que no primeiro a ciência fria é aplicada e no segundo usa-se as observações empíricas como ferramenta de coleta de dados. Dois métodos antagônicos o que levou a psicologia a um ponto de ruptura com seus antigos paradigmas.

A psicologia tentou valer-se em grande parte dos métodos positivistas a fim de se firmar como ciências deixando a margem diversos aspectos do seu objeto de estudo (homem) que não podiam ser quantificados em variáveis, sendo assim,  discute-se que o método quantitativo para pesquisa da psicologia é mais adequado haja visto que o homem é muito complexo e deve ser estudado como um todo em seu ambiente.

Porém a discussão sobre usar método quantitativo ou qualitativo deve deixar de ser o centro das atenções haja visto que ambos podem ser válidos de acordo com o tipo de problema a ser abordado.

Na pesquisa quantitativo o estudioso esta fora do contexto do problema, ele coleta os dados matemáticos, processa e analisa os resultados baseados nas teorias que definem as bases do objeto de estudo, no modelo  qualitativo o pesquisador está inserido no contexto do problema onde a forma como os dados são coletados é muito importante e a descrição dos fatos coletados e sua análise são verbalizadas e dependem mais do conhecimento do pesquisador do que do método que está sendo aplicado.

A conclusão que se chegou após a análise bibliográfica é a de que ambos os métodos são válidos e se complementam, um nos aspectos mais objetivos (qualitativos)  outros nos aspectos mais subjetivos e discursivos (qualitativos), em uma mesma pesquisa podem ser usados os dois métodos de tal forma que um complemente ou indusa a necessidade da utilização do outro em razão de aspectos novos descobertos na aplicação do primeiro método, essa complementação ocorre quando o novo problema a ser abordado é complexo ou ineficiente para analisar a nova faceta do problema descoberto.

 

Resumo do artigo. O método científico na psicologia: abordagem qualitative x quantitative

A psicologia no ociedente surgiu com os gregos que ao viverem em polys cidades começaram a estudar o comportamento da alma humana através da psicologia.

No século XIX e XX a psicologia passou a ter duas vertentes, na primeira,  se estuda o indivíduo em ambientes controlados, laboratórios, (quantitativas) e na segunda o estudo do homem como um todo em seu ambiente.

Dessas duas vertentes sugriu a divergência quanto aos métodos da coleta de dados haja visto que no primeiro a ciência fria é aplicada e no segundo usa-se as observações empíricas como ferramenta de coleta de dados. Dois métodos antagônicos o que levou a psicologia a um ponto de rupture com seus antigos paradigmas.

A psicologia tentou valer-se em grande parte dos métodos positivistas a fim de se firmar como ciências deixando a margem diversos aspectos do seu objeto de estudo (homem) que não podiam ser quantificados em variáveis, sendo assim,  discute-se que o método qualitative para pesquisa da psicologia é mais adequado haja visto que o homem é muito complexo e deve ser estudado como um todo em seu ambiente.

Porém a discusão sobre usar método quantiativo ou qualitative deve deixar de ser o centro das atenções haja visto que ambos podem ser válidos de acordo com o tipo de problema a ser abordado.

Na pesquisa quantitative o estudioso esta fora do contexto do problema, ele coleta os dados matemáticos, processa e analisa os resultados baseados nas teorias que definem as bases do objeto de estudo, no modelo  qualitativo o pesquisador está inserido no contexto do problema onde a forma como os dados são coletados é muito importante e a descrição dos fatos coletados e sua análise são verbalizadas e dependem mais do conhecimento do pesquisador do que do método que está sendo aplicado.

A conclusão que se chegou após a análise bibliográfica é a de que ambos os métodos são válidos e se complementam, um nos aspectos mais objetivos (qualitativos)  outros nos aspectos mais subjetivos e discursivos (qualitativos), em uma mesma pesquisa podem ser usados os dois métodos de tal forma que um complemente ou indusa a necessidade da utilização do outro em razão de aspectos novos descobernos na aplicação do primeiro método, essa complementação ocorre quando o novo problema a ser abordado é complexo ou ineficiente para analisar a nova faceta do problema decoberto.